Pensar Mudar!
Finanças – compensações fiscais!
Em matéria fiscal, Portugal é um país sufocante, em tudo incide imposto, e a criatividade política para a criação de novos impostos nunca foi tão boa. É caso para dizer, somos bons!
O efeito desta realidade fiscal conduz o país para a um lugar conhecido de todos nós portugueses, ou seja, a lado nenhum. Digo isto porque não é de esperar que depois da subida dos impostos socialistas, se fechassem tantas escolas, urgências, maternidades, delegações de CTT, postos de GNR, para onde vão os nossos impostos? Andam os portugueses a pagar para encerrar o país? Se o Estado está gordo, então emagreça, está na altura de menos Estado e mais economia. Temos que promover a reestruturação do estado do Estado.
Do ponto de vista macroeconómico, maior receita significa a possibilidade de reduzir impostos e significa também a possibilidade de Portugal reduzir a sua dívida pública. Mas para que haja receita o país tem que crescer, produzir riqueza, atrair investimento, governar é conseguir equilíbrio entre a produção de riqueza, impostos, investimento público e Despesa do Estado. Ora, neste sentido, estamos a ver que o país vai muito desequilibrado. Produz-se pouco ou nada, muitos impostos, investimento público, só para ganhar eleições, despesa do Estado é a que conhecemos.
Aprende-se em finanças públicas que a acção do Estado deve ser contra cíclica, ou seja, o Estado deve contribuir em menor medida para a despesa e despesa de investimento quando o ciclo económico é crescente, arrecadando receita, e deve ser interventivo quando a economia decresce, para incentivar a produção de riqueza. Isto assim parece lógico, o problema é que o Estado não tem para investir porque ele próprio consome grande parte da receita pública, e fez grandes despesas no Governo Guterres quando o ciclo decrescia.
Acredito que o grande problema do país além do peso do Estado é a grande carga fiscal e a sua evasão. Relativamente ao imposto IVA, todos sabemos que existem áreas da economia em que não há controlo sobre o imposto dos bens transaccionados, isto significa que existe uma grande margem de fuga aos impostos. Propunha que, todos nós cidadãos contribuintes, pudéssemos auferir no final de cada ano fiscal uma percentagem de todas as facturas exigidas, na área da restauração. Isto significa imposto para o Estado, e maior justiça social. O objectivo é claro permitir a redução do imposto através do aumento de receita, e isto beneficiaria todos nós.
Deixem-me explicar com um exemplo;
Se o gasto diário médio com a alimentação for de €10,00, isto significa que no final de um ano esse gasto representa €3560,00 (€10,00 x 356 dias), deste valor 12% (taxa de incidência do IVA) o Estado arrecadaria €427,2. A verdade é que é difícil arrecadar este imposto porque é fácil a sua evasão.
Ora o que eu proponho é o seguinte, que todos nós pudéssemos auferir uma percentagem desse imposto, por exemplo 15% desse imposto. Isso significa que no final de cada ano o Estado arrecadaria €363,12 de imposto e cada um de nós €64,00
Somando dez milhões de portugueses, numa análise académica, o Estado arrecadaria €3.631.200.000,00. É muito dinheiro!
Finanças – compensações fiscais!
Em matéria fiscal, Portugal é um país sufocante, em tudo incide imposto, e a criatividade política para a criação de novos impostos nunca foi tão boa. É caso para dizer, somos bons!
O efeito desta realidade fiscal conduz o país para a um lugar conhecido de todos nós portugueses, ou seja, a lado nenhum. Digo isto porque não é de esperar que depois da subida dos impostos socialistas, se fechassem tantas escolas, urgências, maternidades, delegações de CTT, postos de GNR, para onde vão os nossos impostos? Andam os portugueses a pagar para encerrar o país? Se o Estado está gordo, então emagreça, está na altura de menos Estado e mais economia. Temos que promover a reestruturação do estado do Estado.
Do ponto de vista macroeconómico, maior receita significa a possibilidade de reduzir impostos e significa também a possibilidade de Portugal reduzir a sua dívida pública. Mas para que haja receita o país tem que crescer, produzir riqueza, atrair investimento, governar é conseguir equilíbrio entre a produção de riqueza, impostos, investimento público e Despesa do Estado. Ora, neste sentido, estamos a ver que o país vai muito desequilibrado. Produz-se pouco ou nada, muitos impostos, investimento público, só para ganhar eleições, despesa do Estado é a que conhecemos.
Aprende-se em finanças públicas que a acção do Estado deve ser contra cíclica, ou seja, o Estado deve contribuir em menor medida para a despesa e despesa de investimento quando o ciclo económico é crescente, arrecadando receita, e deve ser interventivo quando a economia decresce, para incentivar a produção de riqueza. Isto assim parece lógico, o problema é que o Estado não tem para investir porque ele próprio consome grande parte da receita pública, e fez grandes despesas no Governo Guterres quando o ciclo decrescia.
Acredito que o grande problema do país além do peso do Estado é a grande carga fiscal e a sua evasão. Relativamente ao imposto IVA, todos sabemos que existem áreas da economia em que não há controlo sobre o imposto dos bens transaccionados, isto significa que existe uma grande margem de fuga aos impostos. Propunha que, todos nós cidadãos contribuintes, pudéssemos auferir no final de cada ano fiscal uma percentagem de todas as facturas exigidas, na área da restauração. Isto significa imposto para o Estado, e maior justiça social. O objectivo é claro permitir a redução do imposto através do aumento de receita, e isto beneficiaria todos nós.
Deixem-me explicar com um exemplo;
Se o gasto diário médio com a alimentação for de €10,00, isto significa que no final de um ano esse gasto representa €3560,00 (€10,00 x 356 dias), deste valor 12% (taxa de incidência do IVA) o Estado arrecadaria €427,2. A verdade é que é difícil arrecadar este imposto porque é fácil a sua evasão.
Ora o que eu proponho é o seguinte, que todos nós pudéssemos auferir uma percentagem desse imposto, por exemplo 15% desse imposto. Isso significa que no final de cada ano o Estado arrecadaria €363,12 de imposto e cada um de nós €64,00
Somando dez milhões de portugueses, numa análise académica, o Estado arrecadaria €3.631.200.000,00. É muito dinheiro!
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