quinta-feira, 25 de outubro de 2007
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Pensar Mudar!
Pensar Mudar!
Finanças – compensações fiscais!
Em matéria fiscal, Portugal é um país sufocante, em tudo incide imposto, e a criatividade política para a criação de novos impostos nunca foi tão boa. É caso para dizer, somos bons!
O efeito desta realidade fiscal conduz o país para a um lugar conhecido de todos nós portugueses, ou seja, a lado nenhum. Digo isto porque não é de esperar que depois da subida dos impostos socialistas, se fechassem tantas escolas, urgências, maternidades, delegações de CTT, postos de GNR, para onde vão os nossos impostos? Andam os portugueses a pagar para encerrar o país? Se o Estado está gordo, então emagreça, está na altura de menos Estado e mais economia. Temos que promover a reestruturação do estado do Estado.
Do ponto de vista macroeconómico, maior receita significa a possibilidade de reduzir impostos e significa também a possibilidade de Portugal reduzir a sua dívida pública. Mas para que haja receita o país tem que crescer, produzir riqueza, atrair investimento, governar é conseguir equilíbrio entre a produção de riqueza, impostos, investimento público e Despesa do Estado. Ora, neste sentido, estamos a ver que o país vai muito desequilibrado. Produz-se pouco ou nada, muitos impostos, investimento público, só para ganhar eleições, despesa do Estado é a que conhecemos.
Aprende-se em finanças públicas que a acção do Estado deve ser contra cíclica, ou seja, o Estado deve contribuir em menor medida para a despesa e despesa de investimento quando o ciclo económico é crescente, arrecadando receita, e deve ser interventivo quando a economia decresce, para incentivar a produção de riqueza. Isto assim parece lógico, o problema é que o Estado não tem para investir porque ele próprio consome grande parte da receita pública, e fez grandes despesas no Governo Guterres quando o ciclo decrescia.
Acredito que o grande problema do país além do peso do Estado é a grande carga fiscal e a sua evasão. Relativamente ao imposto IVA, todos sabemos que existem áreas da economia em que não há controlo sobre o imposto dos bens transaccionados, isto significa que existe uma grande margem de fuga aos impostos. Propunha que, todos nós cidadãos contribuintes, pudéssemos auferir no final de cada ano fiscal uma percentagem de todas as facturas exigidas, na área da restauração. Isto significa imposto para o Estado, e maior justiça social. O objectivo é claro permitir a redução do imposto através do aumento de receita, e isto beneficiaria todos nós.
Deixem-me explicar com um exemplo;
Se o gasto diário médio com a alimentação for de €10,00, isto significa que no final de um ano esse gasto representa €3560,00 (€10,00 x 356 dias), deste valor 12% (taxa de incidência do IVA) o Estado arrecadaria €427,2. A verdade é que é difícil arrecadar este imposto porque é fácil a sua evasão.
Ora o que eu proponho é o seguinte, que todos nós pudéssemos auferir uma percentagem desse imposto, por exemplo 15% desse imposto. Isso significa que no final de cada ano o Estado arrecadaria €363,12 de imposto e cada um de nós €64,00
Somando dez milhões de portugueses, numa análise académica, o Estado arrecadaria €3.631.200.000,00. É muito dinheiro!
Finanças – compensações fiscais!
Em matéria fiscal, Portugal é um país sufocante, em tudo incide imposto, e a criatividade política para a criação de novos impostos nunca foi tão boa. É caso para dizer, somos bons!
O efeito desta realidade fiscal conduz o país para a um lugar conhecido de todos nós portugueses, ou seja, a lado nenhum. Digo isto porque não é de esperar que depois da subida dos impostos socialistas, se fechassem tantas escolas, urgências, maternidades, delegações de CTT, postos de GNR, para onde vão os nossos impostos? Andam os portugueses a pagar para encerrar o país? Se o Estado está gordo, então emagreça, está na altura de menos Estado e mais economia. Temos que promover a reestruturação do estado do Estado.
Do ponto de vista macroeconómico, maior receita significa a possibilidade de reduzir impostos e significa também a possibilidade de Portugal reduzir a sua dívida pública. Mas para que haja receita o país tem que crescer, produzir riqueza, atrair investimento, governar é conseguir equilíbrio entre a produção de riqueza, impostos, investimento público e Despesa do Estado. Ora, neste sentido, estamos a ver que o país vai muito desequilibrado. Produz-se pouco ou nada, muitos impostos, investimento público, só para ganhar eleições, despesa do Estado é a que conhecemos.
Aprende-se em finanças públicas que a acção do Estado deve ser contra cíclica, ou seja, o Estado deve contribuir em menor medida para a despesa e despesa de investimento quando o ciclo económico é crescente, arrecadando receita, e deve ser interventivo quando a economia decresce, para incentivar a produção de riqueza. Isto assim parece lógico, o problema é que o Estado não tem para investir porque ele próprio consome grande parte da receita pública, e fez grandes despesas no Governo Guterres quando o ciclo decrescia.
Acredito que o grande problema do país além do peso do Estado é a grande carga fiscal e a sua evasão. Relativamente ao imposto IVA, todos sabemos que existem áreas da economia em que não há controlo sobre o imposto dos bens transaccionados, isto significa que existe uma grande margem de fuga aos impostos. Propunha que, todos nós cidadãos contribuintes, pudéssemos auferir no final de cada ano fiscal uma percentagem de todas as facturas exigidas, na área da restauração. Isto significa imposto para o Estado, e maior justiça social. O objectivo é claro permitir a redução do imposto através do aumento de receita, e isto beneficiaria todos nós.
Deixem-me explicar com um exemplo;
Se o gasto diário médio com a alimentação for de €10,00, isto significa que no final de um ano esse gasto representa €3560,00 (€10,00 x 356 dias), deste valor 12% (taxa de incidência do IVA) o Estado arrecadaria €427,2. A verdade é que é difícil arrecadar este imposto porque é fácil a sua evasão.
Ora o que eu proponho é o seguinte, que todos nós pudéssemos auferir uma percentagem desse imposto, por exemplo 15% desse imposto. Isso significa que no final de cada ano o Estado arrecadaria €363,12 de imposto e cada um de nós €64,00
Somando dez milhões de portugueses, numa análise académica, o Estado arrecadaria €3.631.200.000,00. É muito dinheiro!
Resp. ao comentário do texto "As dúvidas de um país"
Cara amiga Ana Rita,
De acordo com o seu comentário, deduzo que esperava da minha intervenção mais do que uma apreciação genérica ao estado político social e económico do país. Permita-me que de certa forma concorde consigo. De facto, não é difícil fazer a radiografia actual do país, enumerar as medidas erradas deste Governo surge de forma empírica, são perceptíveis a todos. Contudo, é dever, a quem cumpre responsabilidade política, propor soluções que de forma prática permitam melhorar a vida dos portugueses. E esse é nosso dever.
De facto, o país Interior, nomeadamente no século XIX, viveu sempre bastantes dificuldades em termos comparativos com o Litoral. Esta realidade desesperante fez com que muitas famílias portuguesas fossem impelidas a emigrar, ganhar a vida trabalhando fora do país não era seguramente o desejado mas era para estas uma necessidade premente. A classe empobrecida era dominante e as preocupações sociais do Estado eram praticamente inexistentes. Portugal era um país atrasado. Só nos anos que seguiram 1985 é que Portugal iniciou um processo de modernização, integrou a União Europeia em 1986, iniciou processos de privatização em áreas anteriormente vedadas à iniciativa privada nomeadamente no sector bancário e das telecomunicações, mas foi durante os anos 90 que Portugal viu a sua economia crescer acima da média europeia, o que permitiu que Portugal crescesse e desenvolvesse uma importante rede de comunicações terrestres, que serviu para unir Portugal e a Europa.
Com um passado predominantemente virado para a agricultura, a economia via-se agora virada para a indústria e serviços. Ou seja, as oportunidades de emprego foram alteradas. O desenvolvimento económico em Portugal não respeitou a realidade do Interior e concentrou-se no Litoral. Verdade seja dita que grande parte dessa indústria necessita da proximidade com os portos marítimos, contudo, poder-se-ia ter incentivado o desenvolvimento de outras áreas industriais no Interior de Portugal para bem do nosso próprio desenvolvimento.
Em resposta à Ana Rita, diria que, não é fácil falar de emprego, muito menos de diminuição do desemprego. Esta realidade é fruto de uma crise económica e o crescimento económico não traz, por si só, a criação de postos de trabalho. Só a existência de factores de estabilidade económica é que poderão garantir o aumento do emprego em Portugal. Essa estabilidade só se consegue com a confiança dos investidores na economia, com incentivos claros ao desenvolvimento e com competitividade fiscal, nomeadamente, com a redução dos impostos. Nesta matéria, dizer que, não há redução de impostos possíveis, no contexto actual, se não houver uma redução clara na despesa do Estado, reduzir os impostos sem pensar nas suas consequências é um erro que nos poderá sair muito caro. Por isso, é preciso um Governo com objectivos claros e que diga a verdade ao país. Mudar Portugal é uma tarefa de todos.
Para terminar, dizer que o Interior tem que definir a sua natureza económica, se quer apostar na indústria da madeira ou nos serviços. Na verdade, temos que saber o que é importante para o Interior, não podemos olvidar que a nossa economia cada vez mais se prende com o turismo, isso impõe que concertemos esforços no sentido de desenvolver este sector económico que muitos postos de trabalho têm gerado no nosso distrito. Outra garantia de qualidade e de confiança para os investidores é o nível de formação de quem contratam. A aposta no ensino profissional é fundamental nos nossos dias, a mão de obra tem que ser qualificada e experiente. Até nesta matéria o Governo comete erros, existe já hoje uma rede de escolas profissionais que carecem de apoio, é um ensino paralelo e querer implementá-lo no ensino secundário não é reconhecer a importância da sua natureza específica.
Criando procura, o Interior criará seguramente emprego.
Talvez a regionalização seja solução!… sugiro um debate sobre esta matéria.
Aqui vai uma dica… não fará melhor sentido que cada região discuta e defenda as suas prioridades? ou será preferível deixar que Lisboa continue a decidir o que é melhor para o Norte, Interior e Sul do país?
De acordo com o seu comentário, deduzo que esperava da minha intervenção mais do que uma apreciação genérica ao estado político social e económico do país. Permita-me que de certa forma concorde consigo. De facto, não é difícil fazer a radiografia actual do país, enumerar as medidas erradas deste Governo surge de forma empírica, são perceptíveis a todos. Contudo, é dever, a quem cumpre responsabilidade política, propor soluções que de forma prática permitam melhorar a vida dos portugueses. E esse é nosso dever.
De facto, o país Interior, nomeadamente no século XIX, viveu sempre bastantes dificuldades em termos comparativos com o Litoral. Esta realidade desesperante fez com que muitas famílias portuguesas fossem impelidas a emigrar, ganhar a vida trabalhando fora do país não era seguramente o desejado mas era para estas uma necessidade premente. A classe empobrecida era dominante e as preocupações sociais do Estado eram praticamente inexistentes. Portugal era um país atrasado. Só nos anos que seguiram 1985 é que Portugal iniciou um processo de modernização, integrou a União Europeia em 1986, iniciou processos de privatização em áreas anteriormente vedadas à iniciativa privada nomeadamente no sector bancário e das telecomunicações, mas foi durante os anos 90 que Portugal viu a sua economia crescer acima da média europeia, o que permitiu que Portugal crescesse e desenvolvesse uma importante rede de comunicações terrestres, que serviu para unir Portugal e a Europa.
Com um passado predominantemente virado para a agricultura, a economia via-se agora virada para a indústria e serviços. Ou seja, as oportunidades de emprego foram alteradas. O desenvolvimento económico em Portugal não respeitou a realidade do Interior e concentrou-se no Litoral. Verdade seja dita que grande parte dessa indústria necessita da proximidade com os portos marítimos, contudo, poder-se-ia ter incentivado o desenvolvimento de outras áreas industriais no Interior de Portugal para bem do nosso próprio desenvolvimento.
Em resposta à Ana Rita, diria que, não é fácil falar de emprego, muito menos de diminuição do desemprego. Esta realidade é fruto de uma crise económica e o crescimento económico não traz, por si só, a criação de postos de trabalho. Só a existência de factores de estabilidade económica é que poderão garantir o aumento do emprego em Portugal. Essa estabilidade só se consegue com a confiança dos investidores na economia, com incentivos claros ao desenvolvimento e com competitividade fiscal, nomeadamente, com a redução dos impostos. Nesta matéria, dizer que, não há redução de impostos possíveis, no contexto actual, se não houver uma redução clara na despesa do Estado, reduzir os impostos sem pensar nas suas consequências é um erro que nos poderá sair muito caro. Por isso, é preciso um Governo com objectivos claros e que diga a verdade ao país. Mudar Portugal é uma tarefa de todos.
Para terminar, dizer que o Interior tem que definir a sua natureza económica, se quer apostar na indústria da madeira ou nos serviços. Na verdade, temos que saber o que é importante para o Interior, não podemos olvidar que a nossa economia cada vez mais se prende com o turismo, isso impõe que concertemos esforços no sentido de desenvolver este sector económico que muitos postos de trabalho têm gerado no nosso distrito. Outra garantia de qualidade e de confiança para os investidores é o nível de formação de quem contratam. A aposta no ensino profissional é fundamental nos nossos dias, a mão de obra tem que ser qualificada e experiente. Até nesta matéria o Governo comete erros, existe já hoje uma rede de escolas profissionais que carecem de apoio, é um ensino paralelo e querer implementá-lo no ensino secundário não é reconhecer a importância da sua natureza específica.
Criando procura, o Interior criará seguramente emprego.
Talvez a regionalização seja solução!… sugiro um debate sobre esta matéria.
Aqui vai uma dica… não fará melhor sentido que cada região discuta e defenda as suas prioridades? ou será preferível deixar que Lisboa continue a decidir o que é melhor para o Norte, Interior e Sul do país?
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Prémio Nobel do Ambiente
Al Gore, ex-vice Presidente da administração Clinton e o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU foram hoje distinguidos com o Prémio Nobel da Paz 2007
A escolha do comité recaiu sobre estes dois vencedores devido ao seu «esforço conjunto na criação e disseminação de um maior conhecimento acerca da influência humana nas mudanças climáticas, e pelo lançamento das bases necessárias para inverter essas mudanças», pode ler-se no site do prémio nobel.
Al Gore é conhecido pelo seu trabalho na luta contra as alterações climáticas iniciado há mais de 20 anos. No ano passado o seu filme Uma Verdade Inconveniente ganhou um Óscar.
Dia 10 de Dezembro iremos ver os galardoados recebendo um diploma, uma medalha de ouro e um cheque no valor de 1,08 milhões euros . A data representa o aniversário da morte de Alfred Nobel.
A escolha do comité recaiu sobre estes dois vencedores devido ao seu «esforço conjunto na criação e disseminação de um maior conhecimento acerca da influência humana nas mudanças climáticas, e pelo lançamento das bases necessárias para inverter essas mudanças», pode ler-se no site do prémio nobel.
Al Gore é conhecido pelo seu trabalho na luta contra as alterações climáticas iniciado há mais de 20 anos. No ano passado o seu filme Uma Verdade Inconveniente ganhou um Óscar.
Dia 10 de Dezembro iremos ver os galardoados recebendo um diploma, uma medalha de ouro e um cheque no valor de 1,08 milhões euros . A data representa o aniversário da morte de Alfred Nobel.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Anormalidades Normais
Não sei se por provincianismos onde o poder possa parecer absoluto, e onde o comum cidadão se sente afastado de quem o representa, se por simples ignorância e incompetência de quem assume funções representativas do Estado português, o que é certo é que barbaridades são ditas e feitas no Distrito de Castelo Branco.
Já sabíamos que na Administração Regional de Saúde do Distrito se podia abrir correspondência sem consentimento do destinatário, o que não se esperava era que a Sra. Governadora Civil do Distrito de Castelo Branco assumisse que é perfeitamente normal que em vésperas de manifestações no Distrito elementos da autoridade se introduzam nas instalações da organização promotora da iniciativa para instruir os lesados pelas recentes iniciativas governativas, que em matéria de educação têm sido nefastas, de como bem organizar uma manifestação.
Desta vez foi a um sindicato de professores e a situação foi denunciada. Provavelmente quando se tratam de situações relacionadas com manifestações de polícias organizadas pela sua Associação Sindical (ASPP) tudo se torna mais fácil com o interrogatório a ser realizado junto do colega à hora da pausa para café no bar da esquadra.
Assim vai o respeito de um Governo "Socialista" para com a classe sindical defensora dos direitos dos trabalhadores, que tanto tenta descredibilizar, mas que a prazo poderá ver virado o feitiço contra o feiticeiro pois, classe a classe, a sociedade vai despertando para o clima de guerrilha induzido pelo Governo.
Quantas vezes o Governo nos tenta dar a ideia de que tudo está mal por culpa dos professores que fazem pouco e ganham muito, o mesmo se passando com enfermeiros. Agricultura e Pescas que não precisam de apoio pois deixa ram de ser sectores estratégicos. Um Governo que diz estimular o empreendorismo pois cada individuo deve lutar para criar riqueza e o seu próprio emprego, pois a culpa é da classe empresarial existente que não conseguiu acompanhar as congéneres europeias em termos de competitividade.
Pois é, a culpa é de todos, menos do José Sousa!!!
Mas do interior o tema mesmo era das anormalidades normais!
Já sabíamos que na Administração Regional de Saúde do Distrito se podia abrir correspondência sem consentimento do destinatário, o que não se esperava era que a Sra. Governadora Civil do Distrito de Castelo Branco assumisse que é perfeitamente normal que em vésperas de manifestações no Distrito elementos da autoridade se introduzam nas instalações da organização promotora da iniciativa para instruir os lesados pelas recentes iniciativas governativas, que em matéria de educação têm sido nefastas, de como bem organizar uma manifestação.
Desta vez foi a um sindicato de professores e a situação foi denunciada. Provavelmente quando se tratam de situações relacionadas com manifestações de polícias organizadas pela sua Associação Sindical (ASPP) tudo se torna mais fácil com o interrogatório a ser realizado junto do colega à hora da pausa para café no bar da esquadra.
Assim vai o respeito de um Governo "Socialista" para com a classe sindical defensora dos direitos dos trabalhadores, que tanto tenta descredibilizar, mas que a prazo poderá ver virado o feitiço contra o feiticeiro pois, classe a classe, a sociedade vai despertando para o clima de guerrilha induzido pelo Governo.
Quantas vezes o Governo nos tenta dar a ideia de que tudo está mal por culpa dos professores que fazem pouco e ganham muito, o mesmo se passando com enfermeiros. Agricultura e Pescas que não precisam de apoio pois deixa ram de ser sectores estratégicos. Um Governo que diz estimular o empreendorismo pois cada individuo deve lutar para criar riqueza e o seu próprio emprego, pois a culpa é da classe empresarial existente que não conseguiu acompanhar as congéneres europeias em termos de competitividade.
Pois é, a culpa é de todos, menos do José Sousa!!!
Mas do interior o tema mesmo era das anormalidades normais!
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
As dúvidas de um país
As dúvidas de um país!
A acção humana é, pela sua natureza, condicionada e todos agimos com objectivos. Estes mais ou menos legítimos, mais ou menos executáveis. Na política age-se também com objectivos, cumprindo promessas, fazendo obra, melhorando a qualidade de vida dos portugueses, objectivos claros e necessários ao bem público e que todos bem entendem. Contudo, existe hoje na vida política portuguesa um total desconhecimento dos objectivos que o Governo tem para o país. Em tudo não se entende quais são as prioridades de Sócrates. Em campanha eleitoral era o emprego, lembre-se que se prometeu 150.000 novos empregos, hoje, a taxa de desemprego não para de crescer, a educação e a saúde pareciam uma prioridade em tempos eleitorais, hoje, a saúde está mais cara e tendencialmente encerada, as escolas fecham-se, porque, dizem eles, não há estudantes. Não se apoiam as autarquias, quando são elas que mais investem e defendem a qualidade de vida dos portugueses, aumentaram os impostos quando em eleições, essa realidade era impensável. Portugal vive pior do que há dois anos, o mesmo dinheiro compra menos bens. Não se cumpre aquilo que se prometeu e compromete-se assim a democracia.
Surge então uma pergunta. Quais são as verdadeiras motivações deste Governo e de Sócrates? Em dois anos e meio de Governo Socialista apenas duas foram as obsessões do Sr. Primeiro-Ministro, a Ota e o TGV! Pergunto se serão os transportes a grande prioridade do país? Porquê tanto sacrifício dos portugueses para que se construam tais obras? Mais problemático ainda é o facto de a maioria dos técnicos estar manifestamente contra estas opções de José Sócrates. A construção de um novo aeroporto ou da nova linha para o TGV é uma verdadeira incógnita para todos mas não parece ser para o Partido Socialista, porquê? Compreendo que o país esteja obrigado a compromissos com a União Europeia nomeadamente no traçado do TGV que fará a ligação de Madrid a Lisboa, já não compreendo que se queira gastar milhares de milhões de euros em outros traçados quando em Portugal existe um comboio de alta velocidade, o Alfapendular, que só não viaja à sua velocidade máxima porque as linhas não estão preparadas para isso.
O Sr. Primeiro Ministro parece ter o estilo necessário na governação, mas pratica seguramente a política que pior serve o país. Parece assim que os objectivos deste Governo são tudo menos sociais. A saúde do país deteriora-se dia após dia e Sócrates continua a viver num mundo diferente de todos nós. Todos perdemos com este Governo Socialista mas seguramente mais do que todos, são os jovens que mais sofrerão com este “DesGoverno”. Acredito profundamente que a Juventude portuguesa é exigente e não se resignará aos caprichos de Sócrates. Este Governo não serve Portugal, e contribui para a descredibilização da política. Este Governo vende diariamente a ilusão de uma política necessária. Humildade e honestidade de quem governa são condição necessária ao sucesso da política. Exigir mais deste Governo não é desrespeito é um direito de todos nós Portugueses. Nós jamais nos resignaremos perante as políticas falhadas deste Governo de mentiras e lutaremos sempre pelo bem de Portugal.
A acção humana é, pela sua natureza, condicionada e todos agimos com objectivos. Estes mais ou menos legítimos, mais ou menos executáveis. Na política age-se também com objectivos, cumprindo promessas, fazendo obra, melhorando a qualidade de vida dos portugueses, objectivos claros e necessários ao bem público e que todos bem entendem. Contudo, existe hoje na vida política portuguesa um total desconhecimento dos objectivos que o Governo tem para o país. Em tudo não se entende quais são as prioridades de Sócrates. Em campanha eleitoral era o emprego, lembre-se que se prometeu 150.000 novos empregos, hoje, a taxa de desemprego não para de crescer, a educação e a saúde pareciam uma prioridade em tempos eleitorais, hoje, a saúde está mais cara e tendencialmente encerada, as escolas fecham-se, porque, dizem eles, não há estudantes. Não se apoiam as autarquias, quando são elas que mais investem e defendem a qualidade de vida dos portugueses, aumentaram os impostos quando em eleições, essa realidade era impensável. Portugal vive pior do que há dois anos, o mesmo dinheiro compra menos bens. Não se cumpre aquilo que se prometeu e compromete-se assim a democracia.
Surge então uma pergunta. Quais são as verdadeiras motivações deste Governo e de Sócrates? Em dois anos e meio de Governo Socialista apenas duas foram as obsessões do Sr. Primeiro-Ministro, a Ota e o TGV! Pergunto se serão os transportes a grande prioridade do país? Porquê tanto sacrifício dos portugueses para que se construam tais obras? Mais problemático ainda é o facto de a maioria dos técnicos estar manifestamente contra estas opções de José Sócrates. A construção de um novo aeroporto ou da nova linha para o TGV é uma verdadeira incógnita para todos mas não parece ser para o Partido Socialista, porquê? Compreendo que o país esteja obrigado a compromissos com a União Europeia nomeadamente no traçado do TGV que fará a ligação de Madrid a Lisboa, já não compreendo que se queira gastar milhares de milhões de euros em outros traçados quando em Portugal existe um comboio de alta velocidade, o Alfapendular, que só não viaja à sua velocidade máxima porque as linhas não estão preparadas para isso.
O Sr. Primeiro Ministro parece ter o estilo necessário na governação, mas pratica seguramente a política que pior serve o país. Parece assim que os objectivos deste Governo são tudo menos sociais. A saúde do país deteriora-se dia após dia e Sócrates continua a viver num mundo diferente de todos nós. Todos perdemos com este Governo Socialista mas seguramente mais do que todos, são os jovens que mais sofrerão com este “DesGoverno”. Acredito profundamente que a Juventude portuguesa é exigente e não se resignará aos caprichos de Sócrates. Este Governo não serve Portugal, e contribui para a descredibilização da política. Este Governo vende diariamente a ilusão de uma política necessária. Humildade e honestidade de quem governa são condição necessária ao sucesso da política. Exigir mais deste Governo não é desrespeito é um direito de todos nós Portugueses. Nós jamais nos resignaremos perante as políticas falhadas deste Governo de mentiras e lutaremos sempre pelo bem de Portugal.
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Inauguração de novo espaço de debate
Começa hoje, dia 03.10.2007, aquele que espero possa vir a ser um espaço de debate, de troca de ideias, onde cada um exprima a sua opinião acerca do interior, que desafios e oportunidades podem esperar os jovens nesta zona do nosso país, pois só auscultando e ouvindo a opinião de todos podemos fazer alguma coisa. Tenho a certeza de que apesar da juventude ter cada vez mais opções, informações e opiniões dispares, de certeza que são mais os pontos que nos unem que nos separam...
um abraço amigo esperando todas as opiniões
um abraço amigo esperando todas as opiniões
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