Aqui sim, não se pode falhar. No Portal do Governo esperamos encontrar toda a informação de uma forma bastante detalhada e com o rigor que se espera de quem gasta milhões de euros anualmente em estudos e consultadorias.
http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/GC17/Ministerios/MAOTDR/Comunicacao/Programas_e_Dossiers/20071004_MAOTDR_Prog_Barragens.htm
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Juventude esclarecida é juventude interventiva
Aqui ficam alguns links sobre a obra que promete inverter o Distrito
http://bocasmacao.blogs.sapo.pt/arquivo/1076548.html
http://www.jornalregional.com/?p=cfcd208495d565ef66e7dff9f98764da&distrito=&concelho=&op=noticia&n=07e98d067605781ebc6813fc6a1cf044
Vejam como pode ser a mesma noticia trabalhada por uma imprensa 'habilidosa':
http://www.gazetadointerior.pt/seccoes/index.asp?idn=6132
E o autarca mais uma vez enganado pelo amigo comete gaffes:
http://www.cm-proencanova.pt/noticias/index.asp?IDN=415&op=2
http://bocasmacao.blogs.sapo.pt/arquivo/1076548.html
http://www.jornalregional.com/?p=cfcd208495d565ef66e7dff9f98764da&distrito=&concelho=&op=noticia&n=07e98d067605781ebc6813fc6a1cf044
Vejam como pode ser a mesma noticia trabalhada por uma imprensa 'habilidosa':
http://www.gazetadointerior.pt/seccoes/index.asp?idn=6132
E o autarca mais uma vez enganado pelo amigo comete gaffes:
http://www.cm-proencanova.pt/noticias/index.asp?IDN=415&op=2
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
O nosso primeiro Ministro
Continuo a achar que o nosso Primeiro-Ministro dá o máximo de valor a quem o acompanha nestas 'grandiosas' vitórias europeias
:)
http://www.youtube.com/watch?v=TPF7uaiS8hk
:)
http://www.youtube.com/watch?v=TPF7uaiS8hk
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Pensar Mudar!
Pensar Mudar!
Finanças – compensações fiscais!
Em matéria fiscal, Portugal é um país sufocante, em tudo incide imposto, e a criatividade política para a criação de novos impostos nunca foi tão boa. É caso para dizer, somos bons!
O efeito desta realidade fiscal conduz o país para a um lugar conhecido de todos nós portugueses, ou seja, a lado nenhum. Digo isto porque não é de esperar que depois da subida dos impostos socialistas, se fechassem tantas escolas, urgências, maternidades, delegações de CTT, postos de GNR, para onde vão os nossos impostos? Andam os portugueses a pagar para encerrar o país? Se o Estado está gordo, então emagreça, está na altura de menos Estado e mais economia. Temos que promover a reestruturação do estado do Estado.
Do ponto de vista macroeconómico, maior receita significa a possibilidade de reduzir impostos e significa também a possibilidade de Portugal reduzir a sua dívida pública. Mas para que haja receita o país tem que crescer, produzir riqueza, atrair investimento, governar é conseguir equilíbrio entre a produção de riqueza, impostos, investimento público e Despesa do Estado. Ora, neste sentido, estamos a ver que o país vai muito desequilibrado. Produz-se pouco ou nada, muitos impostos, investimento público, só para ganhar eleições, despesa do Estado é a que conhecemos.
Aprende-se em finanças públicas que a acção do Estado deve ser contra cíclica, ou seja, o Estado deve contribuir em menor medida para a despesa e despesa de investimento quando o ciclo económico é crescente, arrecadando receita, e deve ser interventivo quando a economia decresce, para incentivar a produção de riqueza. Isto assim parece lógico, o problema é que o Estado não tem para investir porque ele próprio consome grande parte da receita pública, e fez grandes despesas no Governo Guterres quando o ciclo decrescia.
Acredito que o grande problema do país além do peso do Estado é a grande carga fiscal e a sua evasão. Relativamente ao imposto IVA, todos sabemos que existem áreas da economia em que não há controlo sobre o imposto dos bens transaccionados, isto significa que existe uma grande margem de fuga aos impostos. Propunha que, todos nós cidadãos contribuintes, pudéssemos auferir no final de cada ano fiscal uma percentagem de todas as facturas exigidas, na área da restauração. Isto significa imposto para o Estado, e maior justiça social. O objectivo é claro permitir a redução do imposto através do aumento de receita, e isto beneficiaria todos nós.
Deixem-me explicar com um exemplo;
Se o gasto diário médio com a alimentação for de €10,00, isto significa que no final de um ano esse gasto representa €3560,00 (€10,00 x 356 dias), deste valor 12% (taxa de incidência do IVA) o Estado arrecadaria €427,2. A verdade é que é difícil arrecadar este imposto porque é fácil a sua evasão.
Ora o que eu proponho é o seguinte, que todos nós pudéssemos auferir uma percentagem desse imposto, por exemplo 15% desse imposto. Isso significa que no final de cada ano o Estado arrecadaria €363,12 de imposto e cada um de nós €64,00
Somando dez milhões de portugueses, numa análise académica, o Estado arrecadaria €3.631.200.000,00. É muito dinheiro!
Finanças – compensações fiscais!
Em matéria fiscal, Portugal é um país sufocante, em tudo incide imposto, e a criatividade política para a criação de novos impostos nunca foi tão boa. É caso para dizer, somos bons!
O efeito desta realidade fiscal conduz o país para a um lugar conhecido de todos nós portugueses, ou seja, a lado nenhum. Digo isto porque não é de esperar que depois da subida dos impostos socialistas, se fechassem tantas escolas, urgências, maternidades, delegações de CTT, postos de GNR, para onde vão os nossos impostos? Andam os portugueses a pagar para encerrar o país? Se o Estado está gordo, então emagreça, está na altura de menos Estado e mais economia. Temos que promover a reestruturação do estado do Estado.
Do ponto de vista macroeconómico, maior receita significa a possibilidade de reduzir impostos e significa também a possibilidade de Portugal reduzir a sua dívida pública. Mas para que haja receita o país tem que crescer, produzir riqueza, atrair investimento, governar é conseguir equilíbrio entre a produção de riqueza, impostos, investimento público e Despesa do Estado. Ora, neste sentido, estamos a ver que o país vai muito desequilibrado. Produz-se pouco ou nada, muitos impostos, investimento público, só para ganhar eleições, despesa do Estado é a que conhecemos.
Aprende-se em finanças públicas que a acção do Estado deve ser contra cíclica, ou seja, o Estado deve contribuir em menor medida para a despesa e despesa de investimento quando o ciclo económico é crescente, arrecadando receita, e deve ser interventivo quando a economia decresce, para incentivar a produção de riqueza. Isto assim parece lógico, o problema é que o Estado não tem para investir porque ele próprio consome grande parte da receita pública, e fez grandes despesas no Governo Guterres quando o ciclo decrescia.
Acredito que o grande problema do país além do peso do Estado é a grande carga fiscal e a sua evasão. Relativamente ao imposto IVA, todos sabemos que existem áreas da economia em que não há controlo sobre o imposto dos bens transaccionados, isto significa que existe uma grande margem de fuga aos impostos. Propunha que, todos nós cidadãos contribuintes, pudéssemos auferir no final de cada ano fiscal uma percentagem de todas as facturas exigidas, na área da restauração. Isto significa imposto para o Estado, e maior justiça social. O objectivo é claro permitir a redução do imposto através do aumento de receita, e isto beneficiaria todos nós.
Deixem-me explicar com um exemplo;
Se o gasto diário médio com a alimentação for de €10,00, isto significa que no final de um ano esse gasto representa €3560,00 (€10,00 x 356 dias), deste valor 12% (taxa de incidência do IVA) o Estado arrecadaria €427,2. A verdade é que é difícil arrecadar este imposto porque é fácil a sua evasão.
Ora o que eu proponho é o seguinte, que todos nós pudéssemos auferir uma percentagem desse imposto, por exemplo 15% desse imposto. Isso significa que no final de cada ano o Estado arrecadaria €363,12 de imposto e cada um de nós €64,00
Somando dez milhões de portugueses, numa análise académica, o Estado arrecadaria €3.631.200.000,00. É muito dinheiro!
Resp. ao comentário do texto "As dúvidas de um país"
Cara amiga Ana Rita,
De acordo com o seu comentário, deduzo que esperava da minha intervenção mais do que uma apreciação genérica ao estado político social e económico do país. Permita-me que de certa forma concorde consigo. De facto, não é difícil fazer a radiografia actual do país, enumerar as medidas erradas deste Governo surge de forma empírica, são perceptíveis a todos. Contudo, é dever, a quem cumpre responsabilidade política, propor soluções que de forma prática permitam melhorar a vida dos portugueses. E esse é nosso dever.
De facto, o país Interior, nomeadamente no século XIX, viveu sempre bastantes dificuldades em termos comparativos com o Litoral. Esta realidade desesperante fez com que muitas famílias portuguesas fossem impelidas a emigrar, ganhar a vida trabalhando fora do país não era seguramente o desejado mas era para estas uma necessidade premente. A classe empobrecida era dominante e as preocupações sociais do Estado eram praticamente inexistentes. Portugal era um país atrasado. Só nos anos que seguiram 1985 é que Portugal iniciou um processo de modernização, integrou a União Europeia em 1986, iniciou processos de privatização em áreas anteriormente vedadas à iniciativa privada nomeadamente no sector bancário e das telecomunicações, mas foi durante os anos 90 que Portugal viu a sua economia crescer acima da média europeia, o que permitiu que Portugal crescesse e desenvolvesse uma importante rede de comunicações terrestres, que serviu para unir Portugal e a Europa.
Com um passado predominantemente virado para a agricultura, a economia via-se agora virada para a indústria e serviços. Ou seja, as oportunidades de emprego foram alteradas. O desenvolvimento económico em Portugal não respeitou a realidade do Interior e concentrou-se no Litoral. Verdade seja dita que grande parte dessa indústria necessita da proximidade com os portos marítimos, contudo, poder-se-ia ter incentivado o desenvolvimento de outras áreas industriais no Interior de Portugal para bem do nosso próprio desenvolvimento.
Em resposta à Ana Rita, diria que, não é fácil falar de emprego, muito menos de diminuição do desemprego. Esta realidade é fruto de uma crise económica e o crescimento económico não traz, por si só, a criação de postos de trabalho. Só a existência de factores de estabilidade económica é que poderão garantir o aumento do emprego em Portugal. Essa estabilidade só se consegue com a confiança dos investidores na economia, com incentivos claros ao desenvolvimento e com competitividade fiscal, nomeadamente, com a redução dos impostos. Nesta matéria, dizer que, não há redução de impostos possíveis, no contexto actual, se não houver uma redução clara na despesa do Estado, reduzir os impostos sem pensar nas suas consequências é um erro que nos poderá sair muito caro. Por isso, é preciso um Governo com objectivos claros e que diga a verdade ao país. Mudar Portugal é uma tarefa de todos.
Para terminar, dizer que o Interior tem que definir a sua natureza económica, se quer apostar na indústria da madeira ou nos serviços. Na verdade, temos que saber o que é importante para o Interior, não podemos olvidar que a nossa economia cada vez mais se prende com o turismo, isso impõe que concertemos esforços no sentido de desenvolver este sector económico que muitos postos de trabalho têm gerado no nosso distrito. Outra garantia de qualidade e de confiança para os investidores é o nível de formação de quem contratam. A aposta no ensino profissional é fundamental nos nossos dias, a mão de obra tem que ser qualificada e experiente. Até nesta matéria o Governo comete erros, existe já hoje uma rede de escolas profissionais que carecem de apoio, é um ensino paralelo e querer implementá-lo no ensino secundário não é reconhecer a importância da sua natureza específica.
Criando procura, o Interior criará seguramente emprego.
Talvez a regionalização seja solução!… sugiro um debate sobre esta matéria.
Aqui vai uma dica… não fará melhor sentido que cada região discuta e defenda as suas prioridades? ou será preferível deixar que Lisboa continue a decidir o que é melhor para o Norte, Interior e Sul do país?
De acordo com o seu comentário, deduzo que esperava da minha intervenção mais do que uma apreciação genérica ao estado político social e económico do país. Permita-me que de certa forma concorde consigo. De facto, não é difícil fazer a radiografia actual do país, enumerar as medidas erradas deste Governo surge de forma empírica, são perceptíveis a todos. Contudo, é dever, a quem cumpre responsabilidade política, propor soluções que de forma prática permitam melhorar a vida dos portugueses. E esse é nosso dever.
De facto, o país Interior, nomeadamente no século XIX, viveu sempre bastantes dificuldades em termos comparativos com o Litoral. Esta realidade desesperante fez com que muitas famílias portuguesas fossem impelidas a emigrar, ganhar a vida trabalhando fora do país não era seguramente o desejado mas era para estas uma necessidade premente. A classe empobrecida era dominante e as preocupações sociais do Estado eram praticamente inexistentes. Portugal era um país atrasado. Só nos anos que seguiram 1985 é que Portugal iniciou um processo de modernização, integrou a União Europeia em 1986, iniciou processos de privatização em áreas anteriormente vedadas à iniciativa privada nomeadamente no sector bancário e das telecomunicações, mas foi durante os anos 90 que Portugal viu a sua economia crescer acima da média europeia, o que permitiu que Portugal crescesse e desenvolvesse uma importante rede de comunicações terrestres, que serviu para unir Portugal e a Europa.
Com um passado predominantemente virado para a agricultura, a economia via-se agora virada para a indústria e serviços. Ou seja, as oportunidades de emprego foram alteradas. O desenvolvimento económico em Portugal não respeitou a realidade do Interior e concentrou-se no Litoral. Verdade seja dita que grande parte dessa indústria necessita da proximidade com os portos marítimos, contudo, poder-se-ia ter incentivado o desenvolvimento de outras áreas industriais no Interior de Portugal para bem do nosso próprio desenvolvimento.
Em resposta à Ana Rita, diria que, não é fácil falar de emprego, muito menos de diminuição do desemprego. Esta realidade é fruto de uma crise económica e o crescimento económico não traz, por si só, a criação de postos de trabalho. Só a existência de factores de estabilidade económica é que poderão garantir o aumento do emprego em Portugal. Essa estabilidade só se consegue com a confiança dos investidores na economia, com incentivos claros ao desenvolvimento e com competitividade fiscal, nomeadamente, com a redução dos impostos. Nesta matéria, dizer que, não há redução de impostos possíveis, no contexto actual, se não houver uma redução clara na despesa do Estado, reduzir os impostos sem pensar nas suas consequências é um erro que nos poderá sair muito caro. Por isso, é preciso um Governo com objectivos claros e que diga a verdade ao país. Mudar Portugal é uma tarefa de todos.
Para terminar, dizer que o Interior tem que definir a sua natureza económica, se quer apostar na indústria da madeira ou nos serviços. Na verdade, temos que saber o que é importante para o Interior, não podemos olvidar que a nossa economia cada vez mais se prende com o turismo, isso impõe que concertemos esforços no sentido de desenvolver este sector económico que muitos postos de trabalho têm gerado no nosso distrito. Outra garantia de qualidade e de confiança para os investidores é o nível de formação de quem contratam. A aposta no ensino profissional é fundamental nos nossos dias, a mão de obra tem que ser qualificada e experiente. Até nesta matéria o Governo comete erros, existe já hoje uma rede de escolas profissionais que carecem de apoio, é um ensino paralelo e querer implementá-lo no ensino secundário não é reconhecer a importância da sua natureza específica.
Criando procura, o Interior criará seguramente emprego.
Talvez a regionalização seja solução!… sugiro um debate sobre esta matéria.
Aqui vai uma dica… não fará melhor sentido que cada região discuta e defenda as suas prioridades? ou será preferível deixar que Lisboa continue a decidir o que é melhor para o Norte, Interior e Sul do país?
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
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